Dói, um tapinha não dói!
Aperfeiçoamento ou Incompetência?
Ultimamente o que mais tem sido noticiado nos jornais são mortes, sequestros, torturas e assassinatos. A difusão da violência de forma cruel. Uma seqüência de cenas grotescas capaz de emocionar e indignar qualquer telespectador.
Estas notícias tornam-se naturais, pois são fatos do dia-a-dia, infelizmente estamos todos acostumados com estas situações.
Surgem novas histórias, mas no fim todas com o mesmo objetivo traçado. Pais que matam filhos. Cônjuges que matam seus companheiros. Filhos que matam pais. Conhecidos que matam conhecidos. Desconhecidos que matam desconhecidos.
Neste ciclo vicioso que é formado, alguns personagens são eternizados de forma trágica, como: Isabela e Alexandre Nardoni, Ana Jatobá, Elisa Samúdio, Goleiro Bruno, Macarrão, Mércia Nakashima, Suzane Richthofen, entre outros que de forma tão trágica, acabam por fazer história em nosso país.
Os tempos mudaram e consequentemente as formas de praticar um crime também evoluíram. Basta observarmos a dificuldade dos órgãos responsáveis em descobrir novas pistas, desmascarar mistérios, condenar acusados e proteger as vítimas, problemas que causam lentidão na tramitação de processos, deixando casos e acontecimentos estagnados.
Diferentemente de décadas atrás, onde os crimes perfeitos eram aqueles baseados em técnicas especiais, pouco dolorosas e rápidas, atualmente os crimes são planejados para serem executados de forma perfeita, sem nenhum vestígio ou pistas aparentes que levarão aos criminosos, que como em casos acima citados, todos foram praticados por pessoas próximas das vítimas.
Fica a seguinte dúvida: Os criminosos estão se aperfeiçoando ou tudo não passa de negligência e incompetência das autoridades?
Dica: CSI – Investigação Criminal (série).
Pela 3ª vez, rumo ao Hexa!
Fala-se muito sobre a infra-estrutura, segurança e acomodações no Brasil, país que sediará a Copa do Mundo de 2014. Mas com a atual crise no futebol, será que a seleção brasileira está preparada para enfim conquistar o Hexa, dessa vez em casa? Qual será o próximo técnico capaz de alcançar tamanho trunfo? Dunga e Maradona formam a nova dupla de desempregados. Os mais crentes apostam no retorno de Felipe Scolari. Os céticos acreditam na convocação de mais um dos sete anões. Será?
O Brasil por dois anos consecutivos não leva o Hexa e é eliminado nas oitavas de final. Há um culpado? Os técnicos Carlos Alberto Parreira e Dunga? O jogador Roberto Carlos que na cobrança de uma falta abaixou para arrumar o meião? O jogador Felipe Melo por ter pisado em um jogador adversário, e ser expulso, atrapalhando o desenvolvimento de toda a equipe? O goleiro Júlio César? Toda a seleção que foi tomada por um descontrole psicológico no 2º tempo, quando o placar marcava 2x1 pra Holanda?
Estes questionamentos e julgamentos foram feitos pelos brasileiros e a carapuça serviu para alguns jogadores que se desculparam pelo desempenho em campo via redes sociais. A promessa para 2014 é que a seleção brasileira seja formada por garotos. A Copa na África foi a despedida para alguns craques que estarão bem mais velhos daqui quatro anos.
Porém, mesmo eliminado da Copa, é possível ainda observar por todo o país, ruas decoradas, muros pintados, bandeirolas nas casas, carros e postes de iluminação. Seria questão de patriotismo ou estagnação diante do resultado surpreendente? O pior é o prejuízo de estabelecimentos saturados com estoques de produtos verde-amarelo. Resultado: Um Dunga, Onze Sonecas e 190 milhões de Zangados.
DO OUTRO LADO: o olhar de um repórter sobre outros ângulos
Jamais imaginei que um dia poderia me encontrar em tal situação.
Aliás, ninguém nunca se imagina. Não há nenhuma diferença nas técnicas quando se vê na TV ou nas reportagens, porém o impacto na realidade torna-se fator decisivo gerador de uma revolta coletiva. “Por que comemos carne?”
Esta foi a pergunta que me fiz e, se pudesse, perguntaria a todos que cultivam este hábito alimentar.
As pessoas não se preocupam em investigar a procedência de produtos e subprodutos que estão presentes no dia-a-dia e fazem parte da alimentação. Não foi diferente comigo, quando decidi visitar um frigorífico ou matadouro, como era chamado antigamente, aliás, um nome ideal. Não fui no sentido de conhecer processos, aprender, verificar ou supervisionar, mas simplesmente para a criação de uma pauta de reportagem.
A pauta já estava finalizada, mas todos os dados jornalísticos adquiridos através das fontes e a retranca “História Frigorífico”, não pareciam fazer sentido se o pauteiro não conhecesse de perto o que é e o que se faz em um frigorífico.
Devidamente equipado e autorizado, tive a oportunidade de acompanhar todas as etapas de abatimento de um bovino. Sejam fortes! É inacreditável, mas para algumas pessoas, o que vou contar é algo subjetivo e normal. Como para os funcionários e colaboradores que dizem ter se acostumado com o cotidiano sanguento.
Vacas e bois, que não sofrem distinção de sexo nessa etapa, chegam ainda de madrugada, “apertados” em um caminhão. Com toda a delicadeza que pode-se imaginar de um peão, os mesmos são conduzidos até um pasto cercado. Lá, têm a obrigação de comer e engordar durante alguns dias. Neste tempo, são cadastrados e registrados “a ferro e fogo”, literalmente.
É chegado o grande dia para um certo grupo de aproximadamente duzentos animais. São encaminhados por um árduo caminho, guiados por um outro peão que porta uma vara de aço, apenas para que tudo fique alinhado. Consegue perceber o eufemismo, caro leitor?
Durante o trajeto, os animais são beneficiados com uma ducha de água fria por todo o corpo. Segundo informações locais, depois é mais fácil para retirar o couro. A água que escorre no chão se junta com as fezes e urina dos animais que começam a ficar assustados e agressivos cada vez que uma porteira se fecha. É possível observá-los escorregando, caindo no chão, sendo pisoteados e chifrados. A falta de espaço, força-os a se organizarem em filas indianas. O caminho agora se torna íngrime. São cerca de doze metros de altura. O gado é observado pelo peão que fica ao lado numa plataforma de madeira paralela. Com seus gritos, tenta acelerar o processo.
Individualmente, cada animal chega ao ponto mais alto e é trancado em uma cabine, uma espécie de elevador ao ar livre.
Neste momento, descordei da Ciência, quando diz que apenas os homens são animais racionais, pois ao ver uma pistola de ar, revestida de ferro, pesando aproximadamente quatro quilos, vindo em sua direção, o animal prestes a ser abatido, se desespera e se debate por entre as grades do elevador e inicia uma série de mugidos. Estes sinais de socorro duram pouco até que o animal é acertado por três tiros de ar na cabeça. Uma morte rápida e pouco dolorosa? Talvez até fosse, se estivesse realmente morto e não desacordado.
A plataforma de madeira se estremece e balança com muita agitação. O animal é derrubado com toda força para outro piso. Dentro de segundos, é levado para outro setor, de cabeça para baixo, amarrado pelas patas traseiras, por uma corrente de ferro. É possível que os outros companheiros organizados consecutivamente, ainda na fila indiana, possam ver e escutar o que está acontecendo. Será que eles têm consciência de que serão os próximos?
Não estava autorizado a conversar com nenhum funcionário que estava
desempenhando alguma função para não atrapalhar ou desconcentrá-los, mas não tinha palavras, não emitia nenhum som, decidi que continuaria a acompanhar. Os sentimentos eram de piedade, culpa, omissão, ambição. Eram tantos. Desci depressa a plataforma e fui para o outro setor que ficava acoplado. Chegando lá, aquele mesmo animal que presenciei ser abatido já estava irreconhecível. O lugar é horrível, o cheiro insuportável, ainda suspensos pelas correntes, como roupas em um cabide, ficavam girando em volta de uma plataforma onde ficam alguns funcionários. Cada qual com sua função.
O primeiro é responsável por matar o animal com um corte de faca certeiro na jugular. O animal ainda continua desacordado. Dizem que ele não sente a dor da sangria. Embaixo da plataforma, observo um recipiente de alvenaria que lembra um córrego, onde todo o sangue é despejado. Um verdadeiro rio vermelho. Há todo o tempo um funcionário, com uma mangueira, tenta limpar com água o chão, mas é impossível. O sangue está em todo o lugar, nas mãos, nas toucas, nas roupas, nas facas, nos funcionários, em mim, sim, em mim. O segundo funcionário é responsável por cortar todas as patas, língua e cabeça. O terceiro é o tirador de couro. A partir deste momento, uma série de pessoas trabalham individualmente para a desfiguração total daquele animal estereotipado nas cores preta e branca, que habita fazendas e regiões rurais.
Os processos continuam. O “corpo” do animal é cortado, higienizado, vaporizado. Ainda há a ação de dispansadores (responsáveis por tirar tudo o que existe dentro do animal, tudo mesmo) e alguns cortadores que, com suas facas afiadas, vão cortando carnes e gorduras desnecessárias. As vísceras e miúdos são encaminhados através de tubulações internas que chegam a outros setores especializados. Acompanhando a finalização do abatimento, conheci setores horríveis, como o depósito, onde são armazenados os restos não aproveitados e onde há a carvoaria, local onde são queimados os ossos que voltam dos açougues.
Ao final, são várias “peças”. Estão irreconhecíveis, cortadas, despedaçadas, em uma grande câmara fria, aguardando os caminhões para carregá-las e transportá-las pela cidade para abastecer supermercados e açougues.
Estava crente que aquelas duas horas que passei ali seriam as mais emocionantes que já vivi, porém algo ainda estava por vir. Observei que alguns funcionários que rodavam turno, lancham salgados que continham carne em sua composição. Ainda portando os uniformes sujos e ensanguentados, como conseguiam ter estômago para aquilo?
Cheguei em casa indignado, surpreso, assustado, revoltado. Comecei a digitar e diagramar minha pauta. Já passava do meio-dia, fui almoçar e o cardápio, era o de sempre, o típico prato brasileiro: arroz, feijão, salada e CAAAAAARNE!
Repórter Fábio William relembra sua história e fala sobre a carreira
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Marcelo Lemos - Você sempre sonhou em ser jornalista?
Fábio William - Não. Na realidade, quando eu era criança, o meu desejo era ser policial militar, porque o meu pai é policial militar. O tempo foi passando, eu comecei a ouvir rádio, a prestar mais atenção em telejornal e me interessei por essa área. Foi surgindo naturalmente esse meu desejo de ser jornalista.
Marcelo Lemos - Você é paulistano. Quando veio para Uberaba?
Fábio William - Cheguei em Uberaba para cursar o 2º colegial. Eu morava em São Paulo, mas os meus pais tiveram o desejo de voltar e eu vim. Nessa época, eu já tinha esse desejo de ser jornalista.
Marcelo Lemos - Da cidade mineira, que recordações você tem?
Fábio William - As melhores recordações possíveis. Foi uma época muito boa. Época de faculdade é sempre muito bom. É engraçado, porque quando você está fazendo faculdade tem aquele anseio de terminar, mas quando termina, você tem saudades de quando estudava. Uberaba sempre fez parte da minha vida e ainda faz. É como se eu tivesse duas cidade natais, Uberaba é a minha cidade de coração.
Marcelo Lemos - O seu primeiro trabalho na carreira foi na Rádio Sete Colinas de Uberaba. Como foi essa experiência do primeiro emprego?
Fábio William - Eu fazia o segundo semestre da faculdade e tinha uma colega que trabalhava na Rádio Sete Colinas. Um dia, eu cheguei na faculdade e tinha que apresentar um trabalho,quando terminei, ela falou: “nossa sua voz é tão bacana, é tão bonita. Você não quer fazer um teste na rádio?” Eu falei que gostaria muito, mas não tinha experiência. Então, ela marcou o teste. O dia que eu fui fazer, o gerente perguntou se eu tinha alguma experiência, eu engasguei e falei que no rádio não, mas disse que uma vez eu tinha apresentado um desfile. Eu estava morrendo de vergonha de tudo aquilo e ele falou: “faz um teste aí”. Acho que o teste ficou horrível (risadas), mas eles precisavam de alguém para pegar a ocorrência policial, então, comecei a estagiar na rádio. Foi assim durante quatro meses, eu ia a pé, pegava as ocorrências, chegava na rádio, redigia e mostrava para ele. Um dia, me chamaram para ir trabalhar na Rádio Sociedade e disseram que eu podia ler as notinhas no ar. Era o meu sonho, ler as notinhas. Então, falei para o meu gerente que eu achava que ia para a Rádio Sociedade e ele disse: “não, você vai ter uma chance aqui”. Eu fui para o ar na Rádio Sete Colinas fazer nota de falecimento. Comecei assim, depois permitiram que eu começasse a ler as ocorrências policiais e iniciei como repórter policial.
Marcelo Lemos - Como iniciou na TV?
Fábio William - Eu estava na rádio já tinha um ano. A coordenadora do meu curso era parente do Ney Junqueira, dono da TV Uberaba. Ela me disse: “Fábio, por que você não faz um teste na televisão? Eu acho que você tem condições, tem boa voz, boa aparência”. Eu pensei, nem rádio eu sei fazer, vou fazer o que na televisão. Um dia, ela marcou o meu teste. Fui lá falar com o Ney Junqueira e fiz o teste. Depois de um tempo, me ligam na rádio. Era a secretária do Ney e ela disse que ele queria falar comigo. Ele falou que a fita com o meu teste tinha sumido e que era para eu estar lá na segunda-feira, às 9h, para gravar outro teste. Eu fui, cheguei, sentei e fiquei até as 11h15 esperando. Veio um senhor enlouquecido no corredor e disse: “cadê o rapaz que vai fazer o teste?” Eu falei, sou eu, ele respondeu: “vamos lá, vamos lá. Perguntei, eu vou gravar agora? E ele respondeu: “não, você vai fazer ao vivo, porque a apresentadora não veio”. Entrei no estúdio todo iluminado, cheio de gente e ele me disse: “quando a sua cara aparecer na televisão, você fala bom dia e lê as manchetes”. Faltavam cinco minutos para começar o Jornal Factorama. Foi assim, a minha grande escola foi a TV Uberaba. Eu fiz de tudo lá. Fui editor, apresentador, repórter, pauteiro, enfim, tudo. Foi muito bom.
Marcelo Lemos - Você sempre teve interesse em trabalhar na área política?
Fábio William - Na própria TV Uberaba eu cobria política na Câmara de Vereadores e Prefeitura. Agora, aqui em Brasília é natural você ver repórter de política e economia. Eu trabalhei seis anos na TV Record e fazia mais economia do que política. Economia não é uma área que eu gosto, não é uma área que eu entendo, mas cobria. Já na Globo, temos que fazer a parte de política, uma coisa que eu gosto, principalmente Congresso Nacional.
Marcelo Lemos - Você acompanhou de perto escândalos nacionais, denúncias, CPIs, os dois mandatos de Fernando Henrique e agora o governo Lula. Qual a cobertura você considera a mais importante de sua carreira?
Fábio William - Tem uma em especial, eu diria uma entrevista. Eu estava na Record ainda tentando me firmar como repórter de rede, porque até então eu trabalhava na cobertura local. Foi na época do PC Farias. Ele prestou um depoimento em Brasília e a imprensa toda estava lá para tentar uma fala com ele ou com o advogado. Mas eles saíram apressados e foram para o aeroporto, depois de tanta insistência eu consegui falar com o advogado dele. Ninguém tinha conseguido. O advogado disse que antes de embarcar falava comigo. O Jornal da Record entrava no ar às 19h10 e às 18h30 nós não tínhamos nada ainda tentando essa entrevista. Quando eu encontrei o advogado, ele me disse que o PC ainda não tinha embarcado. Pedi para ele deixar eu falar com o PC e o advogado respondeu: “deixo”. Quando cheguei onde ele estava perguntei, PC o senhor pode falar com a gente? Ele respondeu: “não quero falar”. E eu disse: só uma palavrinha. Enfim, ele falou durante 15 minutos. Foi a entrevista que todos queriam. Eu saí de lá nas nuvens com essa entrevista. Isso já era 19h e liguei para o meu chefe, quando eu falei que era o Fábio William, ele ficou cinco minutos acabando com a minha vida. (risadas). Ele falou que eu era um irresponsável, porque eles tinham um jornal para colocar no ar. Quando ele terminou, eu falei tenho uma entrevista exclusiva com o PC Farias. Ele só falou assim: “voa pra cá”, e eu voei. Cheguei na redação, ninguém acreditava e eles colocaram essa entrevista no ar na íntegra. A partir daquele dia, eu passei a ser o repórter.
Marcelo Lemos - Você pretende fazer algo no jornalismo que ainda não tenha feito?
Fábio William - Quem acha que já fez tudo, pode aposentar. Jornalismo não tem fim. Acho que ainda não fiz nada, tenho que fazer muita coisa. Tenho todas as matérias do mundo para fazer, todos os furos do mundo para conseguir. Eu tenho todas as informações para dar. Eu não fiz nada ainda.
Marcelo Lemos - Qual a sua opinião sobre a obrigatoriedade do diploma para jornalista?
Fábio William - Eu acho que o plano de fundo de tudo isso é o poder. Quem faz lei é política, quem faz política é jornalista. É como se fosse uma vingança. Mas um jornalista tem que ter o diploma. Claro que você não aprende a trabalhar na faculdade, é com o dia-a-dia que você aprende. Eu tenho 25 anos de profissão e estou aprendendo a trabalhar, mas a faculdade dá uma base filosófica e ética muito grande e você precisa disso. Na faculdade, você tem toda aquela teoria muito importante.
Marcelo Lemos - Que notícia você gostaria de dar em primeira mão para os brasileiros?
Fábio William - Agora seria o Brasil ser hexa (risadas), mas temos tantas notícias boas. A Ficha Limpa é uma ótima notícia.
Despedida
sexta-feira, 25 de junho de 2010
É com muita tristeza que venho me despedir do blog. Chegamos ao final do primeiro semestre de 2010 e o meu trabalho de blogueiro termina também. Blog esse que criei e dei vida, pois quando o assumi não havia nenhuma postagem aqui. Mas me dispenso com alegria e a certeza de dever cumprido. Segundo a professora desta disciplina, Indiara Ferreira, eu fui o melhor blogueiro que ela já teve e isso me deixa muito feliz, pois sei que fiz um bom trabalho.
Um grande abraço a todos!
Observatório da Imprensa - Artigos
sábado, 5 de junho de 2010
Novíssima, Ilustríssima e esquecidíssima, do jornalista Alberto Dines.
O jornal de cara nova, do jornalista Washington Araújo.
Leia o texto e faça o seu comentário nesta postagem. Sua participação aqui vale ponto.
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Comentário de Ronna Abdalla
FOLHA SUPERLATIVA
Novíssima, Ilustríssima e esquecidíssima
Comentário: Uau! Adorei esse texto, as comparações feitas com o antes e o depois e também saber um pouco sobre mudanças que podem ser do máximo ou mínimo, sendo bem feita.
O que me chamou bastante atenção, foi a frase: "Podem existir jornais sem notícias, mas jornais sem opinião não sobrevivem."
Acredito que realmente o Jornal precisa ter todo um cuidado para fazer as mudanças, como disse anteriormente, do máximo ao mínimo, precisa de muito cuidado e respeito aos leitores. Uma vez que mudanças, quando não muito bruscas, são sempre bem vindas!
BOM DIA BRASIL
"Caso Geddel" e o jornalismo incipiente
Comentário: Eu conhecia o texto, inclusive postei ele no meu blog da disciplina do André. Bom, totalmente "cego" e desinformado o comentário do Renato Machado. Claro que Geddel não agiu de forma correta, porém acredito que o Jornalista Renato, pecou em comentar sobre um assunto em que não estava totalmente por dentro. Pra mim, quando não se sabe o que diz é melhor ficar calado! Mas isso é só um dos casos que acontecem... Infelizmente!
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Comentário de Rafael Torres
Com o novo formato as críticas vão aparecer. Negativas de alguns e positivas de outros. O novo é importante, acredito que a concorrência já pronunciou.
Introdução ao Jornalismo - aula 36
quarta-feira, 2 de junho de 2010
11 - Não emita sua opinião, a não ser que ela seja solicitada.
12 - Ao fazer uma pergunta, tenha em vista a riqueza da resposta.
13 - Não seja agressivo, demonstre franqueza, nunca demonstre sua raiva.
14 - Faça as perguntas no mesmo nível de quem a responda.
15 - Esgote cada área do assunto, antes de passar para outro.
16 - Não se mostre entusiasmado se ouvir uma resposta bomba.
17 - Prepare o terreno para cada pergunta.
18 - Se estiver entrevistado uma mulher, não pergunte a idade e o estado civil.
Introdução ao Jornalismo - aula 35
• a opinião do editor
• a opinião do jornalista
• a opinião do leitor
Opinião do editor: definida como julgamento, que faz sobre determinado problema ou questão. Fundamenta-se em diversos elementos.
Opinião do Jornalista: é o juízo que manifesta sobre os problemas em foco e a respeito dos quais informa e comenta conforme seu cargo. A opinião do jornalista pode ou não aparecer explicita.
Opinião do eleitor: se manifesta nas entrevistas concebidas em pronúncias oficias, em cartas enviadas para redação ou nas próprias atitudes que são objetos de notícia.
Introdução ao Jornalismo - aula 34
1 – Seja pontual, para não criar impaciência por parte do entrevistado. Chegue na hora certa e se possível com antecedência.
2 – O entrevistado deve saber desde o início, porque foi procurado pelo jornalista e o que o profissional pretende.
3 – Mostre-se amado e educado com naturalidade e sem aflições.
4 – Ajude o entrevistado, se necessário, a expor suas opiniões. Conduza a entrevista.
5 – Ouça com atenção para poder interpretar às declarações e pedir esclarecimentos quando for o caso.
6 – Faça as perguntas de modo concreto para obter informações seguras e completas.
7 – Não corte as respostas, espere que cada uma delas termine antes de informar a próxima.
8 – Se o entrevistado, devagar, fugir do assunto, recoloque-o no roteiro previsto na pergunta seguinte.
9 – Não discuta com a pessoa se ela emitir uma opinião contrária ao seu ponto de vista.
10 – Procure demonstrar o seu interesse real em tudo o que foi dito. Se o entrevistado verificar que o repórter não está atento, abreviará sua exposição, colocará um ponto final na entrevista.
Introdução ao Jornalismo - aula 33
Entrevistas Informativas: permitem obter o relato de um fato através da conversação com alguém que é responsável por uma nova idéia, testemunhou um evento ou participa de uma determinada situação.
Entrevistas Opinativas: são obtidas de pessoas que tem autoridade para falar sobre assuntos nos quais se especializaram.
Entrevistas de Personalidades: mostra hábitos de uma pessoa e suas ambições, ouvindo-a e falando se necessário com seus parentes e vizinhos.
Enquete: O jornal impresso manipula a opinião?
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Você acredita que o jornalismo impresso manipula a opinião pública?
“Sim. Não só a imprensa, a imagem conta muito para mudar a opinião das pessoas. Elas acreditam no que veem. Nós somos muito manipulados por tudo.”
Alessandra Souza Carvalho, 19 anos, estudante do 1º período de Direito
“Sim. Muitas pessoas acreditam fielmente no que lêem em jornais e revistas, sem ter um senso crítico. Assim, a imprensa consegue manipular a opinião das pessoas.”
Ana Paula Silva Alves, 24 anos, estudante do 4º período de Publicidade e Propaganda
“Não. O jornalismo ou a mídia influenciam o indivíduo, mas não manipulam e sim dão opções de escolha. O leitor e o consumidor que vai decidir o que ler e consumir, formando assim sua própria opinião.”
Peterson Parro Da Silva, 18 anos, estudante do 1º ano de Arquitetura e Urbanismo
“Sim. Porque muitas vezes acreditamos no que lemos no jornal, sem procurar saber se aquele fato é realmente verídico. A imprensa consegue manipular a opinião pública tanto para o lado positivo, quanto negativo, pois nossa opinião depende do ponto de vista que nos é imposto e a imprensa consegue manipular as pessoas através de palavras e imagens.”
Tamira Silva Xavier, 18 anos, estudante do 1º período de Administração
“Sim. Toda mídia, hoje, no Brasil, como em todo mundo, de certa forma manipula a sociedade, pois sempre há um interesse, até mesmo político, de passar a notícia para as pessoas de maneira que querem de enxerguemos os fatos.”
Luciano Fernandes Do Nascimento ,19anos , estudante do 3º período de Direito
“Não. O jornalismo traz informações e mecanismos com uma visão ampla e globalizada. Através disto, surge a opinião, mas, não manipula e sim forma.”
Aline Cristina Doro, 20 anos, estudante do 5º período de Direito
Olhar de repórter:
A idéia da enquete saiu da matéria sobre o título ”Os jornais e os seus leitores” de Vinícius A. de Lima publicado em 04/05/2010 no observatório da impressa. Segue o link: Observatório da Imprensa.
Sentimento de repórter:
Sobre o texto de Vinícius criei a enquete, que ao pegar as pessoas de surpresa gerou muita polêmica para responder a pergunta, foi um pouco difícil; pois muitos não sabiam explicar sua reposta do por que, sim ou do por que não, então me preparei melhor e deixei que elas respondessem no papel sua opinião, o sentimento foi de o quanto é importante saber a opinião das pessoas e a visão que cada uma tem sobre um mesmo tema, a satisfação de ser intermediária da opinião pública é ótimo a sensação de saber que o papel do jornalista é de suma importância para transmitir a opinião da sociedade
Enquete: Você acredita em tudo o que lê?
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Hoje em dia, dentre tantos meios de comunicação e várias fontes de notícias, você acredita em tudo que você lê?
“Não. Porque hoje em dia existe muita fofoca. A mídia publica informações sem saber se são ou não verdade.”
Rafaela Cristina dos Santos, 21 anos, estudante de Engenharia Ambiental.
“Não. Pois geralmente eles aumentam informações, exageram no modo de falar para ganhar mais leitores e telespectadores.”
Lorena Aparecida Marques, 25 anos, estudante de Terapia Ocupacional.
“Não. Porque muita coisa é a mídia quem cria.”
Thais Duarte de Carvalho,17 Anos, estudante de Administração.
“Não tudo. Hoje em dia, sob incentivos tecnológicos, as pessoas vivem sobre a criação de mitos e criação de leis de vida.”
Helen Cristine Tomé da Cunha, 19 anos, estudante de Engenharia Química.
“Não. Primeiro eu analiso, depende do assunto, da fonte.”
Tiago Tavares, 23 anos, estudante de Farmácia.
“Não. Hoje em dia existem muitas pressões de grandes grupos e das mídias.” Rafael Stuque, 20 anos, estudante de Farmácia.
Olhar de repórter:
Em minha opinião não podemos mesmo acreditar em tudo que está a nossa volta. Hoje em dia existem fontes confiáveis e outras não porque está muito fácil com o avanço da tecnologia “esparramar” noticias.
Enquete: Você usa redes socias para divulgação?
Você já utilizou ou utiliza redes sociais para divulgar ou vender algo? Acredita que é uma forma útil e rápida?
“Utilizo para divulgar o meu trabalho de designer e arte finalista e já consegui muitos clientes através desse meio. Acho uma forma muito útil e rápida de se espalhar e acredito que todas as divulgações em mídias são válidas”.
“Eu nunca divulguei nada através da internet, mas já fui a festas e eventos e recebi o convite através do Orkut ou então vi em alguma comunidade. É importante sim, tem que divulgar mesmo, às vezes as festas que são divulgadas só no boca a boca não dão tanta gente quanto nessas que são divulgadas pelo Orkut, por email, Twitter e todos esses lugares que dá para avisar!”.
“Sim! Para divulgar os Projetos do Cine Brasil e do Comunica.doc, além da CAU que eu também faço parte. Uso Email, Facebook, Twitter, Blog e MSN para divulgar os projetos, e te falo que é importante porque antes divulgávamos somente pelo mural de recados porque não usávamos nenhum desses meios e às vezes não ia ninguém. Assim que eu comecei a usar para esse fim, uma semana depois, foram 60 pessoas na sessão. A gente percebe que o dia que eu divulgo menos, vem menos pessoas. Então, eu vejo que há um link com a divulgação e o tanto de gente que aparece”. Alliny Araujo, 25 anos, estudante do 6º período de Jornalismo.
“Eu não uso e, para mim não faz diferença alguma, já que sempre que eu quero divulgar algo, eu ligo para pessoa ou então falo pessoalmente. Nunca precisei e, para ser sincera, eu nem gosto muito de computador. Só uso quando não tem jeito mesmo, por exemplo, para ligar pra minha família que mora em Araguari. Fica muito mais barato do que se eu usasse o telefone convencional todos os dias. Eu também sou meio analógica, não sei mexer muito nessas coisas. Mas acredito que para algumas pessoas pode ter sua utilidade, por ser proveitoso esse espaço na internet, mas não é o meu caso”.
“Eu uso. Uso pra divulgar minha banda. O Twitter eu uso para divulgar show. Facebook para divulgar a banda e o Myspace para enviar as músicas. E ajuda muito na divulgação porque você pode ser independente e fazer sua música sem precisar de uma gravadora.”
Olhar de Repórter:
Escolhi a pergunta para enquete por causa da matéria que fala sobre o site MeAdicona.com, que agrupa em uma só página todos os perfis de usuários em redes sociais. Na Matéria, fala o quanto essas redes tem sido importante para as assessorias de imprensa que usam para divulgar os trabalhos e clientes.
Eu acredito que realmente é muito importante o uso das redes e esse site é de grande utilidade. Mas conseguir as respostas, não foi nada fácil. Conversei com várias pessoas e, é incrível como é difícil conseguir boas respostas. Senti existe um receio de falar, vergonha, não sei bem o que é, mas que não desenvolvem o assunto, isso é fato! Como eu disse antes, de várias pessoas, poucas com boas respostas que pôde ser útil. Mas eu gostei da “experiência”, deu pra sentir um pouco na pele o que o pessoal passa pra conseguir uma coisa boa para o leitor.
Enquete: O que deve mudar no Brasil para a Copa?
O que você acha que deve mudar no Brasil para sediar a Copa do Mundo e as Olimpíadas?
“Tudo, inclusive segurança. Para mim não estava na hora de gastar dinheiro com isso. Tem muitos lugares que ainda não sediaram a copa e tem bem mais condições financeiras do que aqui. Os políticos ainda precisam melhorar muito antes de sediar novamente. E olha que eu gosto de futebol.”
Renato Rodrigues do Carmo, 28 anos, encarregado de produção e estudante do 1º período de Engenharia Civil
“Tudo. As pessoas, principalmente os políticos, só visam gastar. Aqui no Brasil, é preciso preocupar primeiro com as pessoas que passam necessidades para depois se preocupar com diversão. Como aqui já sediou uma vez, não precisava sediar novamente.”Nielson Sousa Santos, 40 anos, cinegrafista
“Segurança. Porque o índice de violência nas grandes cidades do Brasil é muito alto. As outras coisas que têm que mudar são básicas. Segurança é o principal.”
Vilmondes Candido, 41 anos, administrador de empresas e nas horas vagas professor
“Segurança. As pessoas só sabem preocupar com estética e acabam esquecendo-se do principal que é a segurança.”Ana Claudia Lima Mota, 19 anos, estudante do 3º período de Engenharia Química
“Segurança. Porque na Copa virão muitas pessoas do exterior e, com isso, os ladrões vão se aproveitar e sair roubando todos. Por isso, deve aumentar a segurança.”
Rodrigo Fraga, 24 anos, técnico em informática e estudante do 3º período de Sistema de Informação
Olhar de repórter:
A matéria que eu escolhi para a realização da enquete foi: “Copa 2014 e Olimpíadas: O esporte da comunicação e a atração do mundo”, escrita por Paulo Nassar e tirada do site Observatório da Imprensa.
Achei que as pessoas ficariam com receio de dizer o que realmente achavam e não aprofundariam muito no assunto, mas obtive boas respostas com muita sinceridade e opiniões formadas sobre o assunto. Me surpreendi!
Enquete: Existe liberdade de imprensa?
Você acha que realmente existe a liberdade de imprensa no país?
“Não. Porque hoje em dia o cabresto da humanidade é a televisão. Ela derruba quem ela quiser e levanta também.”
Daniel Faria, 23 anos, estudante de Engenharia Química.
“Sim. Porque até hoje não ouvi falar sobre repreender algum jornalista.”
Wesley Ferreira Silva, 22 anos, estudante de Engenharia Elétrica.
“Não. Porque a mídia influência e distorce os fatos.”
Izabella Ribeiro, estudante de Publicidade e Propaganda.
“Não. Porque quando a imprensa vai fazer a reportagem, se ela disser algo que não deve é processada.”
Nathaly Rocha, 17 anos, estudante de Odontologia.
“Não. Porque o Sarney não entrar com uma ação, que não publicasse uma matéria sobre seu filho e ele.”
Gilney Fernandes, 33 anos, estudante de Publicidade e Propaganda.
Olhar de repórter:
Em minha opinião, foi uma reportagem muito polêmica entre os alunos. Gostei de saber que o jovem tem sua opinião formada por qualquer assunto. Eles não se deixam influenciar por qualquer coisa.
Enquete: A imprensa está preparada para a campanha eleitoral?
A imprensa brasileira está pronta para uma cobertura eleitoral inovadora?
“ Não.A população já está acostumada,se mudar corre o risco da população fazer a crítica.”
Agnes Maria Araujo, estudante de jornalismo, 20 anos
“Não. Pois acredito que as empresas de comunicação devem seguir o modelo de sucesso utilizado há anos nas coberturas eleitorais, onde cada grupo fará uso de sua linha eleitoral com a intenção de induzir a escolha do voto do público.”
Wallace Weriton, estudante de jornalismo, 20 anos
“Sim. Devido aos bons profissionais e com o apoio da tecnologia.”
Elisa Muniz, professora de arte
“Sim. Pela qualidade dos profissionais.”
Jacline Nomeline, estudante de Publicidade e Propaganda, 26 anos
“Sim. Fazer o novo sempre é possível, basta acreditar”.
Thiago Henrique, Estudante de Sistema de Informação, 25 anos
Olhar de repórter:
Escolhi devido um tema que mexe com a população e este ano vão as urnas mais uma vez.
Foi muito interessante trabalhar com esta enquete os entrevistados foram bem diretos, não tiveram dúvidas.
Enquete: Você ouve rádio?
Hoje, com tantos meios de comunicação o Rádio ainda é ouvido?
“Sim. Sempre quando entro no carro, principalmente para escutar esporte na rádio AM.”
Daniel Leite Mendes, estudante de Publicidade 5º período, 21 anos
“Sim, escuto diariamente. Meu trajeto diário de 80 km a partir das 6h00 permite que eu fique informado e tranqüilo durante a viagem. Posso unir o útil ao agradável.”
Elson Fernandes Cozza, 42 anos, O professor de Engenharia Ambiental
"Sim. Sempre que entro no carro, ligo o som para ouvir música.”
Eleaquim Fatureto, estudante de Marketing, 23 anos
“Não escuto por falta de tempo.”
Línea Horato, estudante de medicina
“Não gosto de rádio.”
Maxwell de Faria, 21 anos, estudante de Publicidade e Propaganda
Enquete: Qual marca vem primeiro a sua cabeça?
Enquete: Qual dessas marcas abaixo vem primeiro em sua mente? Por quê?
A – NOKIA
B – FACEBOOK
C – GOOGLE
D – APPLE
“Nokia. É mais conceituada entre todas as outras.”
Elaine Castro, 24 anos, estudante de Administração.
“Nokia. Por causa da grande divulgação dessa marca.”
Naiara Oliveira, 20 anos, estudante de Nutrição.
“Apple. É uma das marcas que possui um design legal, além de ser a mais qualificada entre todas as outras.”Matheus Bruno, 20 anos, aluno de Engenharia da Produção.
“Google. Eu utilizo mais. Para pesquisas sérias ou não, além de ser a minha home Page.”Maxwell de Faria, 20 anos, estudante de Publicidade e Propaganda.
Mariana Alvarez Arantes, 22 anos, aluna de Biomedicina.
Enquete: Guerras históricas podem acontecer novamente?
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Você acredita que guerras históricas como a do Vietnã, há 35 anos, podem acontecer nos dias de hoje? Sim, Não, Poque?
"Sim. Apesar de ter passado tanto tempo, ainda existem aqueles que guerilham."
Cristiane Nogueira, 29 anos, auxiliar adminstrativo, estudante de Administração
"Não. Os governos são mais sociáveis hoje."
Alexandre Sidney, 18 anos, estudante de Educação Física
"Sim. Sempre pode ter um conflito maior já que existem pequenas guerras."
Cristovâo Grecco, 22 anos, estudante de Odontologia e Engenharia Elétrica
"Sim. Devido às grandes riquezas que podem aparecer."
Rafael Torres, 18 anos, estudante de jornalismo
"Não. Se houver guerra não será como a do Vietnã. Será apenas uma manifestação. Hoje as pessoas são mais acomodadas."
Ana Flavia Zago, 17 anos, estudante de jornalismo
Olhar do repórter: "Sim. A ambição entre as nações ainda é visto com a corrida nuclear que podemos acompanhar pela mídia internacional”
Portal da imprensa
Olhar de repórter:
O que achei: As opiniões se dividem conforme a vida pessoal de cada um em relação do impacto que sofre sobre as manchetes da mídia em relação ao tema abordado. Houve dificuldade para fotografar os entrevistados que se mostraram tímidos.

